Soturna é uma revista virtual especializada em arte e cultura soturna. Neste blog você pode fazer o download gratuito da revista, e encomendar o CD que contém uma coletânea de canções sombrias e soturnas, selecionadas especialmente para os apreciadores do gênero.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Revista SOTURNA nº 3




Nesta edição (Novembro de 2009) temos poemas soturnos de diversos autores contemporâneos brasileiros, uma matéria sobra a banda Lacrimosa, com discografia completa. Também temos a matéria "O Século da Depressão", que trata do fenômeno desta doença em nosso século, além da matéria "Gothic - Um estilo de ser", que fala sobre góticos de forma resumida e esclarecedora. Em artigo, a ansiedade explicada pelo homeopata e acupunturista Sérgio Mortari, e em "Temas de nosso fim de mundo", breve resumo sobre o lixo tóxico. A revista também traz uma entrevista com Dennis 80's, músico e diretor da 80's Records. E uma matéria especial sobre Edgar Allan Poe, desde o mistério de sua morte até o recente funeral para centenas de pessoas, ocorrido este ano. Este terceiro número da revista é mais uma publicação da marca "Sombrias Escrituras". Baixe gratuitamente esta revista, que já se encontra disponível em diversos sites e blogs.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Revista SOTURNA nº 2



Nesta edição (outubro de 2009) temos uma matéria sobre Sopor Aeternus, com sua discografia completa, além de uma matéria especial sobre a banda My Dying Bride, que lançou recentemente mais um grande álbum em sua carreira.
Temos também poemas e contos de colaboradores soturnos, matéria sobre George Trakl, grande poeta soturno, e a arte macabra de Bruno Amadio, pintor que fez um pacto satânico, deixando para o mundo milhares de cópias de seus quadros amaldiçoados.
Em entrevistas especiais, conheça Alessandro Reiffer, grande poeta do Sul do Brasil; e Rosana Raven, a bruxa soturna do underground brasileiro.
E muito mais você encontra nesta publicação, que já em sua segunda edição tornou-se referência cultural do soturnismo. Baixe agora mesmo a revista virtual SOTURNA, e fique por dentro do que anda acontecendo no submundo cultural soturno.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Revista SOTURNA nº 1



Nesta edição (setembro de 2009) temos um artigo do poeta Sr. Arcano sobre o Soturnismo, estilo de arte que vem se propagando através de alguns artistas brasileiros. A revista também traz alguns trechos da poesia soturna, com poemas extraídos diretamente do submundo literário nacional.
Na área das artes plásticas, você vai conhecer a arte de Felipe Eremita, e conferir com exclusividade uma entrevista com a pintora Luciana Waack.
Em sua estréia, a revista traz artigos interessantes abrangendo o mundo artístico-cultural, e ainda no meio literário podemos conferir o conto “O pesadelo que dominou um mundo”, do escritor e poeta Alessandro Reiffer.
Baixe agora mesmo a revista e confira tudo isso e muito mais nessa publicação que, em sua primeira edição, já tem mais de cem assinantes em todo o Brasil. Faça parte também do grupo de leitores de Soturna, uma publicação que veio para deixar sua eterna marca no mundo das artes!

Não inclui CD Soturna Coletânea

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O que nos faz mal

A realidade apresenta-se diante de nossos olhos com um mal-estar latente. É diferente de épocas antigas, onde o mal era justificado por fazer apenas oposição ao bem.
Hoje, o mal é aquilo que usamos para fazer justiça. É a arma que dispara em nome da lei, é a lei que mata em nome da pena de morte. E é também a bomba que jogamos sobre nossos vizinhos, a devastação que causamos em nossas florestas, a poluição que jogamos em nosso ar, os abatedouros de animais que nos matam a fome... (nos matam a fome?).
E o que nos faz mal não é esse mal, apenas.
Hoje, o que nos destrói, o que nos corrompe e infecta nosso sangue, é principalmente a nossa doença, compartilhada por todos como um câncer incurável.
Essa doença é movida pelo orgulho que temos de nossas crenças vazias de alma, nossa fé antiquada naquilo que nos explora, nossas ideologias ultrapassadas de amor e paz, e nossos vícios feitos para seduzir ou matar. A base de todas as nossas justificativas criminosas, de todos os assassinatos que cometemos movidos pelo ódio.
Nossa doença. Que não tem nome, mas pode ser encontrada no fundo do poço em que vivemos, onde os sintomas são conhecidos por todos.
Mas nada fazemos para nos curarmos, porque vivemos nossas vidas erguidos nas imagens de nossos próprios sonhos e realizações, ostentamos com orgulho uma coroa ao conquistarmos um trono qualquer. E assim permanecemos doentes, cegos para a realidade, porque só percebemos que não somos nada quando a morte apresenta-se diante de nós, revelando um universo que jamais suportaríamos, já que nossa ignorância é tamanha que precisamos de valores materiais para vivermos.